terça-feira, 26 de outubro de 2010

O romântico em mim

"O romântico em mim não quer mais trabalhar" e não por falta de vontade, só cansaço. Por ter tentado varias vezes.
Hoje em dia as pessoas não arriscam por sentirem medo. Não tiro a razão delas, também o tenho, mas não a ponto de desistir. E chegam a ser paradoxais quando preferem "aproveitar" a vida como se o mundo fosse realmente acabar em 2012.
Não deixei de mostrar o romantismo que há em mim porque ele não merece se esconder.
É, talvez a expressão desses sentimentos não faça parte da sociedade como costumava.
Sinto falta de olhares, abraços.
Cada dia as pessoas tornam-se mais egoístas, frias e individualistas. A competição da vida leva a um resultado que parece nunca satisfazer, fazendo com que o romantismo se esconda por trás do ego.
Tudo bem! Mesmo que envergonhado, o romântico em mim não vai ser oculto.
            
                                                                por: Nicolle Cozzolino (cocolle)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Chega de sonhos (?)



Cansei de sonhar! A vida não é tão facil quanto parece ser e sonhos são mais distantes do que podemos imaginar.
       Por alguns instantes, abandoná-los seria uma boa idéia, faría-nos ver a vida como ela realmente é, ou não. Só de uma forma diferente. Cair menos, mas lutar menos.  
        De fato, pode-se perceber que nossos atos giram em volta de um objetivo: obter sucesso e o mundo se torna cada vez mais egoista com esse pensamento. "O que eu mais queria era provar pra todo o mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém." Pra melhorar, não são só os meus sonhos, mas os de todas as outras pessoas; ai fica complicado organizar o que sinto,  penso e faço numa correta ordem.
Como saber se o esforço é bastante? Se estamos fazendo por merecer?
Alumas coisas aparecem pra mim como inalcançáveis e meus pensamentos já não são suficientes para uma fuga. Resultado: choro - mas é só um breve momento dentro da fragilidade em que vivem nossas fracas alma e mente. 
       Cansei de tentar e não conseguir ver o que realmente é bom, o que vale a pena. Quer dizer, Deus não liga pra minha casa e diz: "Boa noite. Eu poderia falar com a Nicolle? É Jesus!" pra me dizer o que devo ou não fazer e que conduta seguir. Eu só faço. Com todo coração e, conseqüentemente, o que é correto na minha concepção.  
"Eu gosto de pensar que o melhor de mim ainda está escondido sob a minha manga"  e que ainda hei de viver coisas que irão me surpreender, mas cansa tentar acertar.
Por mais que nesse momento me custe afirmar, nada seríamos sem os sonhos. São eles que nos motivam a tentar mais uma vez, entretanto, confesso que seria do meu agrado se fossem um pouco mais fáceis ou só menos complicados.
                                                                              por: Nicolle Cozzolino (cocolle)


PS1: me perdoem se foi um desabafo. Foi mesmo. :x
PS2: partes de musicas:  :)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

olhos fechados


 
 A vida nos pede atenção quando mostra que nem tudo é confiável ou certo. O medo de errarmos nos deixa aflitos e não nos permite que arrisquemos, porque a dor da queda causa sequelas que não querem ser repetidas. 
Fecho os olhos pra não ver o podre que o mundo me mostra, mas com a vontade de estender a ilha de esperança no mar de miséria em que nos encontramos.
Certo dia me peguei pensando no porquê de fecharmos os olhos quando alguma coisa ruim vai acontecer e isso realmente abriu uma discussão comigo mesmo, porque simplesmente fazemos, reflexo. Como se quiséssemos nos proteger ou simplesmente fugir daquela situação de perigo, medo e instabilidade. Talvez o melhor lugar pra imaginarmos numa hora dessas é dentro de nós mesmos, porque assim conseguimos ir a qualquer lugar mesmo que o medo feche nossos olhos.
Temos mesmo muita sorte de ter uma imaginação tão maleável que nos permite ser ou fazer o que quisermos mesmo de olhos fechados.
                                                                                                  
                                                                                                    por: Nicolle Cozzolino