Certa vez me perguntaram se eu tinha medo do escuro, eu, então, balancei afirmativamente minha cabeça e respondi de maneira tímida que sim, e, em seguida; fez-se uma pergunta devastadora quando não se tem a resposta certa: por que? Veio então uma longa pausa preenchida por pensamentos que nunca haviam sido feitos. Mas a resposta não chegava nunca! Só, então, depois de minhas reflexões diárias antes de qualquer sono foi que cheguei a uma conclusão, que, após ter sido feita pareceu obvia: tenho medo do escuro porque é incerto, como a vida. Nada se sabe sobre ele. Onde esta a coragem de explora-lo de maneira destemida? Não a vejo em mim. O escuro me traz medo e insegurança por parecer fora de controle tudo que acontece na presença dele. E a minha imaginação se encarrega de trazer os monstros. Então, o escuro torna-se cada vez mais assustador! ... Mas é provável que essa escuridão só seja desvendada quando tiver alguém pra me levar pela mão e me passar segurança. Enquanto isso: sim! Eu tenho medo de escuro! :x
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
escuridão assustadora
Certa vez me perguntaram se eu tinha medo do escuro, eu, então, balancei afirmativamente minha cabeça e respondi de maneira tímida que sim, e, em seguida; fez-se uma pergunta devastadora quando não se tem a resposta certa: por que? Veio então uma longa pausa preenchida por pensamentos que nunca haviam sido feitos. Mas a resposta não chegava nunca! Só, então, depois de minhas reflexões diárias antes de qualquer sono foi que cheguei a uma conclusão, que, após ter sido feita pareceu obvia: tenho medo do escuro porque é incerto, como a vida. Nada se sabe sobre ele. Onde esta a coragem de explora-lo de maneira destemida? Não a vejo em mim. O escuro me traz medo e insegurança por parecer fora de controle tudo que acontece na presença dele. E a minha imaginação se encarrega de trazer os monstros. Então, o escuro torna-se cada vez mais assustador! ... Mas é provável que essa escuridão só seja desvendada quando tiver alguém pra me levar pela mão e me passar segurança. Enquanto isso: sim! Eu tenho medo de escuro! :x
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
alors s'il vous plaît me rejoindre
Eu não consigo explicar. É como tentar definir um turbilhão de pensamentos e sensações que já não me cabem mais. Fluxo contínuo, de período único, mas com um ponto final: eu. Pode parecer egocentrismo. Não encaro como isso, mas uma tentativa de compreender e melhorar. Porque acho mesmo é que a ficha não caiu. E quando todos perguntam "e agora?" eu digo"vamos!", e mais uma vez ouço "como vai ser?" e eu penso comigo mesmo "não sei. mas vai!". O fato é que a minha realidade assusta mais outras pessoas do que a mim. Só estou tentando encarar de uma maneira positiva, ver as coisas da melhor forma porque um dia esse momento ter-se-á ido e ai? Então aproveitemos, pois não é pedir demais por experiencias boas, pessoas que façam a diferença. Não é pedir demais um pouco de tempero pra dar sabor a essa vida (que na verdade é doce, mas julgada como amarga pelos pessimistas). Para que momentos especiais não precisem ser espremidos da memória. A verdade é que seu eu pudesse carregaria um pedacinho de cada parte do grandioso "especial", ou uma síntese dele, pra que não se perdesse nesse mundo convidativo e tentador. Então, assim, se for possivel, por favor, faça-me companhia! >.< alors s'il vous plaît me rejoindre.
And I can't explain how I feel inside here! ♪Por: Nicolle Cozzolino
domingo, 27 de março de 2011
“I’d like that”.
' when you first meet somebody, you find out they like you, first of all, a friend of a friend of theirs say, he or she really really likes you, and it kills you, floors you, sends you to the ground, you’ve got to pick yourself up off the ground; then you get their phone number and you call them up, right, and you say “yeah, that’s a really great phone conversation, can i see you some time?” and then they say this, they say, “i’d like that”.nothing feels better than “i’d like that”. so now, your blood pressures’ going, you’re six feet off the ground, you can’t sleep, because of “i’d like that”. so then you hang out for a while, and you call and you talk on the phone all the time, and then you drop the bomb, what feels like the bomb, you say, “you know what, i’ve been thinking about you a lot”. and she goes, “ahhhhhhh!” and you go “what happened?” and she goes, “i’m sorry, i just, i just, i just, that’s, i’ve been thinking about you too”. bam. higher into the sky.but now “i’d like that”. tch. done. now you’re up to “i’m thinking about you”. then however number of months pass, it makes you feel comfortable saying it, you say, “i gotta tell you something”. they go “what?” you go “i’m in love with you”. and nothing in the world sounds better than “i’m in love with you”. and then maybe she starts crying, or maybe he goes “gasp”. and all the sudden you’re like “i’m in”. but now what doesn’t work?; “i’d like that” and “i’ve been thinking about you”. now we’re at “i’m in love with you”. then maybe someday it’ll move up to “i love you”. fast forward, now you’re like “i love you a lot; i love you more than anything in life”. now “i love you” doesn’t work. it’s a threshold that keeps moving up. fast forward, like six months, six weeks, whatever the case may be, now you’re on like "i want to marry you”. “i want to impregnate you with my love”. “i wanna, i wanna just send my love to you”. “damn it, words don’t work anymore”. and then you say this line, and you know, you know you’ve used this line before, “i just wish they’d put a new word in the dictionary bigger than love because love just doesn’t describe what i feel”.and then, you cross a really interesting point, where all the sudden it becomes “i hate you, i hate you”. and you go, “oh my god she hates me”. and now it’s like “i hate you more than anything”. and then it’s like “we’re over”. and then they go “no, we’re not”. and you go “yes, we are”.now the words completely do not work at all, you’re left with nothing. you’re throwing punches under water. you’re done. you know what the moral of that story is, if there is one: never, ever, ever, ever underestimate the power of “i’d like that”.
by: john mayer :*
domingo, 13 de março de 2011
Mestre na saudade
Sou mestre na saudade. Sinto falta a todo momento. Falta do sorriso, do abraço, do carinho, do beijo...
E nessa vida de cigana vou me acostumando a dizer "adeus" ou "até a próxima" porque nunca sei quando haverá um novo encontro e quando hei de, então, matar essa tal saudade.
'Cause all we ever do is say goodbye', mas eu sempre volto, lembra? E aí vem mais um grande suspiro ... seguido de "se cuida e até a próxima!" :\
Chega a ser esquisita a sensação. É uma mistura de esperança -por um futuro encontro- e tristeza -em ter que partir mais uma vez.
Apesar de a nostalgia ser boa, sinceramente, cansei de sentir saudades. Por mais que pareça inofensiva, ela maltrata e vai machucando por dentro e só aumenta a vontade repetir o que vem na lembrança.
Ninguém tem noção da falta que faz a alguém, só da falta que sente.
O resumo da confissão é que a saudade é um sentimento bom e ruim ao mesmo tempo. Paradoxal.
Não tem como descrever a sensação de falta, não por isso sou mestre na saudade, mas porque a sinto constantemente.
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Não tem como descrever a sensação de falta, não por isso sou mestre na saudade, mas porque a sinto constantemente.
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por: Nicolle Cozzolino
"There I just said it, I'm scared you'll forget about me."(8)
"There I just said it, I'm scared you'll forget about me."(8)
Tenho medo ...
Tenho medo de parecer fútil,
Tenho medo de parecer mesquinha,
Tenho medo de parecer metida e inútil.
Tenho medo de parecer chata,
Tenho medo de parecer idiota,
Tenho medo de parecer esnobe e babaca.
Tenho medo mesmo de que nunca conheçam minha essência, de que saibam mais sobre o meu esteriótipo do que sobre meus valores, meus conhecimentos e minhas intenções.
Medo de não conseguir mostrar para as pessoas o que realmente sou, e só quem descobre é quem consegue ver mais que minhas facetas.
Palavras e sorrisos escondem muitíssimo bem o que vem à mente, ao coração, quando na verdade deveriam servir pra mostrar o que sentimos.
Palavras e sorrisos escondem muitíssimo bem o que vem à mente, ao coração, quando na verdade deveriam servir pra mostrar o que sentimos.
O fato é que sou sempre eu! Simplesmente eu! Não há mistério na verdade.
As pessoas tem medo de conhecer umas as outras. Não deveriam. Podem se surpreender.
por: Nicolle Cozzolino
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